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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

História do Projudi

O PROJUDI começou como um projeto de conclusão de curso de dois estudantes de Ciências da Computação da Universidade Federal de Campina Grande, André Luis Cavalcanti Moreira e Leandro de Lima Lira[2]. Ainda com o nome de Prodigicon, foi implantado como um projeto piloto com o apoio do juiz Antônio Silveira Neto, titular do então Juizado do Consumidor da comarca de Campina Grande na Paraíba, hoje, 2° Juizado Especial Cível.

Durante a implantação, o sistema, que era voltado ao juizado do consumidor, sofreu inúmeras modificações passando comportar outros tipos de processos e tramitações. Em 2005, o nome do sitema foi alterado para PROJUDI, quando foi instalado no Tribunal de Justiça da Paraíba, sendo usado até hoje sob o nome E-jus[3]. Em setembro de 2006, os autores assinaram com o CNJ um termo de doação de software, entregando em caráter definivo e gratuito o código fonte, a documentação do sistema e todos os direitos de propriedade industrial, direito autoral ou de qualquer outra propriedade intelectual relacionados ao PROJUDI.

Rondônia foi um dos primeiros estados a aderir ao PROJUDI nos Juizados Especiais, colaborando de forma direta na melhoria deste sistema.

O Sistema CNJ - PROJUDI

O Sistema CNJ - PROJUDI é um software de tramitação de processos judiciais mantido pelo Conselho Nacional de Justiça e em franca expansão em todos os estados do Brasil.

Atualmente, 19 dos 27 estados (segundo a Wikipedia, são 26 dos 27 Estados) brasileiros aderiram ao Projudi. Seu nome decorre das iniciais de Processo Judicial Digital. O processo judicial digital, também chamado de processo virtual ou de processo eletrônico, tem como premissa, gerenciar e controlar os trâmites de processos judiciais nos Tribunais de forma eletrônica, reduzindo tempo e custos e o Projudi derruba tempo de tramitação de um ano para três meses no RN. O principal intuito é a completa informatização da justiça, retirando burocracia dos atos processuais, o acesso imediato aos processos, bem como a melhoria no desempenho das funções próprias de cada usuário, o mesmo acessa somente o módulo que ofereça as funções que ele necessita para desenvolver suas atividades.

Conheça o site do Conselho Nacional de Justiça


Este sistema de processo virtual, distribuído pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) foi elaborado com base em software desenvolvido por Leandro de Lima Lira, André Luis Cavalcanti Moreira e Antônio Silveira Neto. Em 12 de setembro de 2006, em sessão realizada no plenário do CNJ, o software foi doado ao Conselho para sua amplicação e redistribuição em todo o país.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Mini-Curso

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